Artigos Técnicos

Como vazar o metal na cápsula

O vazamento na cápsula deve ser feito lentamente até seu preenchimento e de preferência nas bordas, evitando-se que o jato de metal atinja o tubo de quartzo. É normal ocorrer uma forte reação devido a dois fatores: Umidade e Reação aos agentes coquilhantes. A reação pode ser abrandada mantendo-se as cápsulas pré aquecidas a uma temperatura de até 70C. Isto pode ser obtido com a simples construção de uma estufa com lâmpadas incandescentes.

Durante o vazamento, devido a reação, parte do metal é jogado pra fora da cápsula, porém deve-se encher até o máximo, para que o termopar fique no meio da massa de ferro e a taxa de resfriamento seja lenta, facilitando a detectação do patamar de liquidus e proporcionando resultados mais homogênios.

Como medir com o ITALTEMP 'S'

O ITALTEMP 'S' é o termopar descartável de imersão com proteção de tubo de papelão nos comprimentos variados de 250, 500, 750, 900, 1000, 1200 e 1500mm. O comprimento do tubo de papelão está diretamente relacionado a proteção da lança de imersão na medição da temperatura. Quanto maior o forno, maior deve ser o tubo de papelão.

A imersão deve ser de aproximadamente 1 polegada dentro do metal. Ocorrerá naturalmente o "splash" causado pela queima do papelão. Manter o sensor firme no banho até a finalização da leitura. A capa de aço que recobre o sensor tem a função de romper a escória sem danificar o tubo de quartzo. Logo após entrar em contato com o metal líquido, ela se funde e expõe o termopar para a medida. Por isso, não a necessidade de se limpar o banho para realização da medida com o ITALTEMP 'S'.

Como medir com o POLITEMP 'S'

O Politemp 'S' é um sensor de multipla imersão, podendo ser usado com segurança até 8 vezes, dependendo da temperatura e tipo de metal. Para medir com o Politemp é necessário limpar a escória do banho, visto que este sensor é desprovido de capa de proteção como o Italtemp.

Na imersão do Politemp o operador deve imergir apenas o tubo de quarzto e mantê-lo o mais estático possível. Se estiver utilizando equipamento da ITALTERM, convêm atentar-se na imersão do sensor, pois ao final da medição soará o alarme do equipamento, avisando que o termopar já pode ser retirado do metal.

É importante evitar de mergulhar o tubo cerâmico, visto que compromete a isolação térmica do receptáculo diminuindo sua vida útil significativamente.

CONTROLE DO PROCESSO NAS FUNDIÇÕES DE FERRO FUNDIDO COM AUXILIO DO CARBOMAX II

Esta palestra tem o objetivo de transmitir as praticas utilizadas no chão de fabrica a partir de experiências vivencias em fundições de ferros fundidos para garantir as faixas de composições químicas dos ferros fundidos e conseqüentemente as propriedades mecânicas especificadas pelo cliente utilizando o aparelho de Análise térmica CARBOMAX II na determinação do carbono(C), silício (Si) e carbono equivalente (C eq).

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